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“My name is Isobel
married to myself
My love Isobel
living by herself
When she does it she means to...”
Isobel é a Mulher Gato de Michelle Pfeiffer ou a Bad Girl de Madonna – ou ela no clipe de What It Feels Like For A Girl. É Victoria Abril tentando salvar o homem Sem Notícias de Deus. Uma Thurman aleijada em Kill Bill. Isobel é Bjork todo o tempo, e o fino sexo de Maria de Medeiros. O glamour na tristeza chique de Nicole Kidman cantando One Day I’ll Fly Away em frente ao Moulin Rouge. É o que se salva em A Assassina – Bridget Fonda ouvindo Nina Simone. Há Isobel na mãe solteira deixando a maternidade. Na flor do deserto, na mão no cabelo, em cada um de nós...agarrados a si próprios e o no vento imitando o movimento. Annie Lennox embalando o amor com Everytime We Say Good Bye, de Cole Porter; desistindo em No More I Love You’s, fazendo justiça ao vampiro em Love Song For A Vampire. Isobel é o olhar perdido de Sinnead O’Connor rasgando a foto do Papa, parecendo o Delírio de Neil Gaiman, é o gancho no anel do Desespero e a frustração do Desejo. Se mil de nós nos uníssemos não somaria um. “In a heart full of dust lives a criature called lust”.
Escrito por De Luxe às 19h44
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